A ERS-239 inicia na cidade de Estância Velha, cidade da Rota Romântica e da Pão de Trigo, extendendo-se até a localidade de Ouro Preto, próximo ao litoral gaúcho onde se encontra com a Serra do Umbú. Praticamente toda rodovia é asfaltada, somente depois de Riozinho estrada de chão. Essa estrada está sob concessão da EGR, tendo somente um pedágio em toda sua extensão, localizado no km 20.segunda-feira, 26 de maio de 2014
ERS-239
A ERS-239 inicia na cidade de Estância Velha, cidade da Rota Romântica e da Pão de Trigo, extendendo-se até a localidade de Ouro Preto, próximo ao litoral gaúcho onde se encontra com a Serra do Umbú. Praticamente toda rodovia é asfaltada, somente depois de Riozinho estrada de chão. Essa estrada está sob concessão da EGR, tendo somente um pedágio em toda sua extensão, localizado no km 20.domingo, 23 de março de 2014
Heidi
Ontem andei com o pessoalda Blitz do Pedal, meu segundo pedal longo com a Heidi. As primeiras impressões foram boas, andar em grupo é bom, mas precisava saber como seria andar com ela no estilo forever alone.
Fui a Porto Alegre, só 30km, em meio a hora do Rush, no trânsito urbano de Canoas e Porto Alegre, além de bons trechos de "estrada" onde consegui sentir melhor a Heidi.
Uma das minhas conclusões foi de que ela não é uma bike para o nosso trânsito urbano por ser uma magrela veloz, facilmente atinge os 30km/h. Mas será excelente na estrada, além de necessitar um pouco mais de espaço que a Olivia ou a Pausini, minhas aro 26.
Todo mundo fala que nas acelerações as 29 são mais lentas, eu não senti isso, provavelmente por já ter o costume de que quando paro deixo em uma marcha mais leve.
Quanto na estrada, depois de 200km, faltando apenas pegar chuva, é uma excelente opção. Com a configuração atual pude ouvir o pneu assoviar no asfalto, mesmo sendo um misto, VeeRubber Speedster 2.10. Provavelmente isso é por causa da área de contato do pneu com o piso, provocando um aumento do atrito de rolamento (roda dianteira e a traseira quando em roda-livre), a vantagem dessa área maior é que o atrito motor (roda traseira quando se pedala).
Sobre os freios, estranhei que ficou mais difícil de travar a roda, coisa que com os v-brake fazia fácil, muitas de propósito. O que estranhei foi a resposta ser constante a frenagem e eficiente, não sendo necessário muita força com os dedos.
Entre perdas e danos, não dá pra comparar uma 26 e 29, só a experiênciade usar as duas pode te ajudar.
Minhas preferência fica as 26 para trecho urbano e 29 para estradas, mas não sou rigido nisso, o que quer dizer que pode me encontrar em um passeio urbano com a Heidi e na na estrada com a Olívia.
Até mais.
terça-feira, 18 de março de 2014
Na Capital das Cucas: Rolante/RS - Planejamento.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Migração mas não total
Primeiras impressões.
Quase todo mundo sabe que sou um defensor das rodas 26 e as magrelas feita para essas rodas. Sempre me apeguei na questão do custo e facilidades de se conseguir peças em cidades não tão metrópolis por onde passa um cicloturista.
Com todos os porém e restrições que colocava, acabei trocando a Pausini, meu xodó 26, por uma magrela nova de rodas 29, chamada de Heidi.
Minha inpressão é que um aro 29 não foi feita para o trânsito das grandes cidades por responder mais lentamente a manobras mais bruscas que exige. Também quanto as acelerações sabia que a resposta é mais lenta por causa do momentum de inércia, coisa já docunentada en diversoa sites.
Para núcleos conurbados de trafego intenso, posso estar errado no futuro, um aro 26 corresponde melhor, por isso conservar a Olivia
Quero sentir agora a diferença na estrada, porque na cidade vou continuar usando minha Rally por um bom tempo.
Abraço
Walescko.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Rising to the Sky II - a subida continua
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| Parque Jorge Kunh |
Em Picada Café, temos, bem na beira da BR-116, o Parque Municipal Jorge Kunh, onde se encontra um moinho, lugar agradável para passar alguns momentos e tirar algumas fotos.
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| Hora do descanso. |
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| Labirinto Verde - merece uma poda |
Depois de descansar um pouco, hora de começar a voltar, hora de começar a voltar, rumo a Vila Cristina em Caxias do Sul, onde tem um excelente Restaurante e Casa de Carnes.
sábado, 30 de novembro de 2013
Sábado
Vejo muitas pessoas nele.
Gente comum, gente estranha.
Me sinto um ET, por causa da Magrela.
Um cadeirante entra aninado e comenta :
"Da licença! Assim a gente se ajeita"
E ainda ele completa: "de forma que se aperta".
Vamos continuar a viagem
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Rising to the Sky...
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| Pórtico de Ivoti. |
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| Teufelsloch - visão do mirante. |
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| Ponte do Imperador |
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| Estilo Enxaimel |
sábado, 5 de outubro de 2013
Santo Amaro
Santo Amaro localiza-se aproximadamente a 100km de Porto Alegre as margens do rio Jacuí e foi uma cidade importante durante o século XVIII e XIX para abastecer os portugueses e também evitar o avanço dos espanhóis sobre o território portuguêsNunca tinha ido a cidade, mas já havia passado algumas vezes pela região ao participar de alguns Brevet como ciclista ou ajudando na organização da SAC. Sabia que a cidade história ficava por perto ao conversar com minha tia que tem casa em General Câmara. e faltava agora só decidir de ir lá para conhecer a cidade. Também olhando no Google Maps algumas estrada aqui do Rio Grande do Sul, fiquei com vontade de chegar em uma eclusa, já que sempre tinha estudado sobre elas há muito tempo atrás na escola, mas nunca tinha visto uma de perto e sei que há uma em Bom Retiro do Sul, no Rio Taquari (150km daqui de casa, aproximadamente), até que uma amiga me falou que em Santo Amaro tem também uma barragem-eclusa, conferi no maps e dá pra ver ela lá.
| Plotino e Gabriela |
A primeira parada breve vou em Eldorado do Sul para o cafezinho esperto do Plotino, isso logo após passar as três pontes. Depois de boas risadas seguimos até o posto da PRF onde as duas rodovias se separam, eu segueria pela BR-290 mais uns 60km até meu destino e meus amigos pela BR-116, por mais uns 15km. Me despedi dos amigos e fui encarar os 18km retos e solitários da "duzentos é nojeta", não há muito que ver nessa estrada além de arrozais, nesse trecho tem apenas um único posto de gasolina e uma lanchonete logo depois do acesso da BR-116/BR-290.
E como de costume, no final tem o pedágio da Univias, parada obrigatória para pegar água, descansar um pouco e tomar um cafezinho novamente para encarar a RS-401 passando por Charqueadas São Jerônimo antes do destino final. Particularmente eu gosto dessa estrada, ela não é 100% plana, e te recepciona com uma breve sequência de pequenas subidas e descidas (3 ao todo) passando entre eucaliptos, deixando o visual mais agradável no meio dos arrozais.
| ossos do ofício. |
| dá pra ver qual a minha magrela. |
| food! |
Depois de comer um pouco, fui explorar um pouco a cidade, que dizem não ter muito o que explorar, segundo os moradores, mas semanas antes conhecemos uma praia a beira do Rio Jacuí, não era propício para tomar banho, mas para admirar um pouco a paisagem e conversar vale a pena tirar um tempo, bastando seguir um pouco mais adiante a Av. Primeiro de Maio até a Rua José Rui de Ruiz, pegando a esquerda seguindo até a Estrada das Pedrinhas que é a terceira rua depois do campo de futebol (é uma estradinha de terra).
| BRM200km - SAC - 02/09/2012 |
Descansando um pouco dos primeiros 100km, aproveitei para arrumar a câmera furada, para a viagem de volta no dia seguinte. Depois de tirar os alforges, ficando apenas com um deles, enquanto o pessoal rumava para a Prainha, peguei a Olívia e segui para Santo Amaro, seriam 25km de estrada aproximadamente. Passando pela entrada da cidade são mais 18km até o distrito, só os últimos 6km são de estrada de chão. As poucas indicações sobre a cidade são propagandas da Pousada e Restaurante Coqueiro, tem duas na estrada, só seguir elas que chegará no destino.
Passei pela Lancheria Raios de Sol, ainda no asfalto, na RS-401, onde se pode avistar os trilhos da linha férrea, logo depois na subida se tem uma das saidas em direção ao rio, em calçamento de terra. Creio que em dias de chuva se tenha dificuldades de chegar até a cidade histórica.
| Bela pintura da Igreja de Santo Amaro, com cores bem vivas. Provavelmente pintada para as festividades de Santo Amaro no mês de janeiro. |
| Estação Férrea Amarópolis |
Chegando na barragem o acesso a ela é bem tranquilo, os portões se encontram abertos e nenhum funcionário veio me interrogar sobre o que faria por lá, o que me assustou um pouco por ter um acesso tão fácil. Nesse dia outras pessoas estavam por lá. O horário de visitação é das 8h as 17h, eu sai depois disso e ainda vi mais umas pessoas chegando depois do horário. Passar uns momentos a beira do Jacuí valeu a pena. de um lado temos o rio alto e do outro baixo. Valeu a pena ter ido até lá. Não somente na eclusa, mas também para conhecer a cidade onde foi gravado o filme Um Certo Capitão Rodrigo, baseado na obra O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo.
| Barragem-Eclusa Amarópolis |
Voltando para a Prainha, quando saí não tinha a pretensão de chegar de volta a noite, mas não teve jeito, o pôr-do-sol me pegou na estrada, mas não perdi a oportunidade de apreciar ele na volta. Como sou um cara que tenta ser uma pessoa precavida, fui com meus faróis, já que as vezes ficamos mais tempo nos lugares e podemos voltar a noite.
| Apreciando um espetáculo da natureza na beira da estrada. |
sábado, 31 de agosto de 2013
O incrível Esteiense Voador
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Aros Novos e a manutenção.
Faz duas semanas que troquei a relação de uma das minhas bicicletas, a Olivia, depois de percorrer quase 12000km trocando apenas uma vez a corrente dela.
Em março desse ano quando fiz uma revisão nela fui alertado que o aro traseiro tinha um pequeno desvio do lado oposto da blocagem e não poderia deixar as sapatas de freio muito próxima do aro, bom sem problemas isso. Com essa notícia saberia que logo iria trocar as rodas, pelo menos o aro traseiro, a dificuldade era encontrar um aro igual com 28 furos.Agora na troca da relação, o mecânico responsável da loja aqui, me falou que as bacias do cubos estavam começando a apresentar um desgaste, mas poderia rodar mais uns bons quilometros com eles ainda.
Bom com essa notícia, vamos a encomenda de aros Vzan Extreme e cubos Shimano Deore novos para fazer, mas sem pressa. Feita a encomenda, sem prazo para vir, mas dentro do prazo de usar a magrela até gastar as rodas, resolvi montar novas rodas mesmo assim. Adquiri os aros em outra loja e fiz novas rodas com cubos Shimano Alivio.Prontas as rodas, vamos mudar então para não haver mais problemas e testar
antes de poder viajar novamente com a bike. Depois de tirar as rodas Bontragar, depois de rodar 10 000km, fui dar uma olhada neles, e qual não foi a surpresa: uma bela rachadura na parede interna do aro. Muito certo que essa rachadura foi a responsável pelo leve desvio da parede constatado lá em março, que com o tempo foi só aumentado, provelmente naquela época deveria ser pequena, mas hoje verificamos ela abrange cinco raios de uma roda de 28 furos.Hoje aprendi uma coisa importante, que muitos não fazem, ao trocar um pneu, ou mandar a bicicleta para a revisão, é bom dar uma olhada por baixo da fita de proteção e ver como está a parede interna para evitar problemas futuros.
No meu caso tive sorte de nunca acontecer nada, mas e vai dar chance para o azar? Eu fora.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
São Jerônimo
Em
São Jerônimo, ao fazer um desvio, percebi que a cidade tem muito
mais a oferecer do que outras aqui dessa região. Tive a impressão
dela ser uma cidade calma e muito mais opções de restaurantes do
que Charqueadas para um passeio dominical. Junto com a cidade de
Triunfo, do outro lado do rio, é um belo passeio pela História. As
duas cidades tem um conjunto de prédios dos tempos do Brasil Império
em boas condições e preservados.quarta-feira, 24 de abril de 2013
Canions...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Subida Sacana
| Placa de boas vindas da RS-239 |
| ERS-020 - Taquara a S. Francisco de Paula |
| Paisagem durante a pequena subida. |
| Av. Júlio de Castilhos. |
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Fascinação...
KM 121 - BR290 (Guaíba/RS), em homenagem a turma 121 do CANH em 2012.
KM211 - BR101 (divisa entre Palhoça/SC e São José/SC) - para a turma 211 do CAE em 2012
KM81 - ERS040 (Balneário Pinhal/RS) - Para a turma 81 do CANH/2012
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Subida de Santa Cruz do Sul...
| caminhão voltando para direita após passar ciclista na BR-287. |
| BR-287 próximo a UNISC. |
domingo, 13 de janeiro de 2013
Custos...
Mas primeiro dou os parábens para o grupo do Varzea Bikers pela organização do evento, por dar um suporte aceitável minimo para a prova. Valeu a pena fazer esse Brevet pela paisagem.
Custos da prova:
- Incrição: R$ 35,00
- águas: R$ 6,00 (Posto BR)
- isotônico e suco: R$ 6,50 (PC1)
- almoço: R$ 18,00 (PC2)
- refrigerante e suco: R$ 4,29 (chegada)
Total: R$ 69,29
Comparando com valores de 200km outros clubes
CAPA: inscrição inicial de R$ 60,00, nos PCs havia água (fornecida pela Itati), frutas, malto e barra de cereal, porém o almoço era por conta do participante, algo por volta de R$ 10,00 (massa e refrigerante no PPP), o que não foge muito do valor gasto agora em Janeiro.
SAC: com valor de R$ 70,00 no inicio das inscrições, nos PCs havia água e frutas, nesse o valor do almoço está incluso e também teve a polêmica balsa.
Podemos entender que os valores cobrados pelos clubes são justos pois pelo menos a metade é para suporte direto de hidratação e alimentação dos ciclistas.
Sem contar com o custo de planejamento de rotas e o tempo que se gasta respondendo a e-mails e telefonemas de participantes sobre suas dúvidas.
Antes que alguém atire pedras sobre planejamento, a minha profissão exige que eu faça planejamento frequentemente e estar preparado para imprevistos forçando a uma mudança no planejamento.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
BRM 200km Baixo Custo
Minha surpresa foi que logo na virada do ano termiamos um BRM 200km partindo de Vera Cruz e de baixo custo, achei interessante a proposta dele e resolvi ver o quão baixo é esse custo que será por conta de cada ciclista. No caso o que comer, o que beber, resgate e o que mais se espera em um evento organizado será custeado pelo bolso do ciclista na prova.
Bem, pensei em me inscrever para a prova, assim sairia um pouco das provas organizadas em Porto Alegre e conheceria lugares diferntes.
Porém fiquei com algumas dúvidas:
1) Por que algumas provas de 200km são tão caras?
- Lembro que em julho paguei R$ 95 com mais de um mẽs de antecedência, absurdo.
- Provas no Rio Grande do Sul, esse ano, mais próximas da data tinham esse preço, com antecedência o preço foi bem menor, sem contar que a estrutura era bem melhor.
2) Por que as provas são tão caras?
- Pergunta que vamos procurar responder, pois vamos ver o preço da água, barrinha de cereal e o que mais se consumir na prova.
- pelo menos nas provas água nos PC e uma frutinha tem para salvar, nesse neca... só pagando no estabecimento comercial na estrada.
3) O que cobre o valor de R$ 35?
- medalha, certificado, homologação, cartão rota e seguro. Segundo minhas fontes esse custo não passa de R$ 10.
- Eu sei, tem que pagar a gasolina para a organização ir aos pcs, que serão três.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Eu pensava que tinha farol...
| Lanterna Tática - Force |
| iluminação da Lanterna Tática a Noite |
| Familia Cateye: EL340, EL200 e EL540 |
E o HL-EL540 (direita) esse em casos de escuridão total faz a noite virar dia com seus 4000cd, o modelo anterior (HL530) é te 2200cd. Na estrada, em modo baixo, consegue enxergar muito bem a longa distância, pelo menos uns 50m a frente sem maiores problemas. Quando em modo alto consegue definir muito bem o que se tem pela frente.
Esse último fez minha lanterna tática parecer piada até no de luz baixa.
OBS: cd é a sigla de Candela, unidade de medida de Intensidade Luminosa, conforme o Sistema Internacional de Unidades.
Voltando a escrever...
| Olivia (direita) e Pausini (Esquerda) |
| Pausini |
| Olivia |












